Escrita em caracteres gregos, era essa a frase que estampava a camiseta de Mark Zuckerberg, dono da Meta – empresa controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram –, quando ele participou de um podcast ao vivo com mais de 6 mil espectadores no Chase Center, em São Francisco, em setembro de 2024. Seja como for, a apropriação da herança cultural greco-romana, ou o uso de suas expressões estéticas como lastro de poder e superioridade, tem sido um dos elementos mais visíveis dessa reinvenção de Mark Zuckerberg. A admiração de Mark Zuckerberg pela antiguidade é parte de um fenômeno muito maior. Donna Zuckerberg é a única dos quatro irmãos de origem judaica a não ter entrado na indústria da tecnologia (as outras duas irmãs também seguiram os passos do irmão famoso). Na piauí deste mês, Victor Calcagno analisa como esse livro – escrito em 2018, quando Mark Zuckerberg ainda posava de rapaz tímido e pretensamente apolítico – destrinchou o fenômeno ao qual o dono da Meta sucumbiria.
Source: Folha de S.Paulo January 27, 2026 23:16 UTC