A ideia teria partido do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, que administraria os valores. De acordo com a delação de Constantino, Sanovicz escolheu os parlamentares que seriam beneficiados de acordo com sua representatividade e diversidade partidária. As empresas, segundo ele, pagaram os valores à Abear por meio de boletos bancários expedidos pela associação durante o ano de 2015. Embora não soubesse a forma exata de repasse aos parlamentares, Constantino cita detalhes envolvendo Marco Maia. Segundo Constantino, Sanovicz estava preocupado que fosse apreendido um contrato fictício com escritório de advocacia usado para mascarar o repasse financeiro a Marco Maia.
Source: O Globo May 17, 2019 07:41 UTC