Queria entender a viabilidade da operação na qual o BRB, banco estatal de Brasília, pagaria 2 bilhões de reais por 58% das ações do Master. Na primeira reunião, em que o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, apresentou seu plano de compra, os técnicos do BC ficaram assustados. “O BRB, claramente, era uma instituição sem governança.”Nas reuniões com o Banco Central, Costa não conseguia justificar nem aspectos básicos da operação. Não sabia informar com que ativos do Master o BRB pretendia ficar. “O risco a que o Paulo Henrique estava expondo o BRB era imenso.
Source: Folha de S.Paulo February 06, 2026 14:04 UTC