Preocupado, afirmou categoricamente que só os clubes podem salvar a competição tirando o controle das mãos da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei:‘A Itália nesse aspecto é o modelo a ser seguido. A ACV, Associação de Clubes de Vôlei, é uma realidade queira a CBV ou não. As pessoas lá dentro visam apenas os interesses pessoais o que é grave demais’. Se gasta muito com o que não é necessário e pouco com o que efetivamente vale a pena. Por fim, Medioli faz um apelo para que a CBV deixe efetivamente a Superliga nas mãos dos clubes:‘Não vejo outro caminho.
Source: O Estado de S. Paulo February 20, 2017 11:03 UTC