Em resposta, o comandante da Guarda Revolucionária, general Mohammad Pakpour, alertou "erros de cálculo" e afirmou que a força estava "com o dedo no gatilho". É uma grande força indo em direção ao Irã — disse Trump a bordo do Air Force One, que o levava de Davos, na Suíça, onde aconteceu o Fórum Econômico Mundial, para Washington. Outro comandante militar iraniano, o general Ali Abdollahi Aliabadi, alertou que, caso EUA ataquem, "todos os interesses, bases e centros de influência americanos" seriam "alvos legítimos" para as forças armadas iranianas. Autoridades, ainda de acordo com o WSJ, também estão elaborando opções mais moderadas, que poderiam incluir ataques a instalações da Guarda Revolucionária Islâmica. — O Irã quer conversar e nós conversaremos — declarou Trump às margens do Fórum Econômico Mundial.