Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares. Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. Leia Mais No ritmo das lembrançasPenso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha.


Source:   Zero Hora
January 26, 2026 13:28 UTC