Em depoimento à PF, Vorcaro se recusou a fornecer a senha do próprio celular, alegando receio de vazamento de informações pessoais e de suas relações privadas. Preservar o celular é o primeiro passoAssim que apreendido, o celular passa a ser tratados como cena de crime digital. Se o aparelho estiver ligado, os softwares tentam identificar e romper a senha ao se conectar via cabo. No caso de Vorcaro, que utilizava um iPhone 17 Pro, a perícia tende a ser mais complexa. Análise em larga escalaA extração dos dados no caso Banco Master foi coordenada pelo perito Luiz Felipe Nassif, chefe do Serviço de Perícias em Informática da PF.