Não existe um candidato de direita que se viabilize sem o apoio explícito de Bolsonaro, mas um simulacro do bolsonarismo ficará restrito a um nicho radicalizado que não é competitivo. Mesmo que Bolsonaro apoiasse um outro candidato que não Tarcisio, não haveria uma adesão maciça do eleitorado, pois tanto Caiado quanto Zema ou Ratinho Junior são líderes regionais muito bem avaliados, mas sem repercussão nacional. O último fenômeno desses que se destacou de Alagoas para o país inteiro foi o então governador Collor de Mello, que chegou à presidência da República como um pretenso renovador da política nacional saído do nordeste. Por isso mantém a posição de que disputará a reeleição, que parece bastante provável a esta altura. Diz que se falou em intervenção no TSE, diz que viu a minuta e descreve os tópicos, depois dá todos os passos de um golpe, mas diz que não tinha apoio.